30 abril, 2006

Quem me olhará na cara?

Se já nem os cães rafeiros olham para mim...



O Iran Costa é um idiota

A minha hora de deitar costuma ser depois das 23 horas. A de acordar deveria ser às 7, mas acabo por acordar pouco depois das 6 e não consigo dormir mais. E logo eu que gosto de dormir.
Ontem já passava da meia-noite e quanto estava a segundos de adormecer, a minha irmã começa a "chamar-me", dando toques na parede. Eu, cof boa irmã cof, levanto-me a pensar que se trata de algo bastante importante. Chego lá e ela canta-me uma música do Iran Costa.
Do Iran Costa.
Aquele anormal.
Afinal é mesmo verdade.
Eu odeio música brasileira.

29 abril, 2006

Braço em vias de ficar torrado

Ontem, dei por mim com a janela do carro aberta até ao fim (sim, eu estava sentada à frente, aleluia) e a apanhar um sol horrendo.
Liguei o rádio e comecei a procurar uma estação de jeito. Pelo menos música que valesse a pena. No famos Rcp ouvia-se a odiável Daniela Mercury, com a sua odiável música brasileira. Continuei, passando por música de discoteca, rocks softs da moda, etc etc. Cheguei a uma estação que acho ser a Radar, mas estava bastante mal sintonizada. Bem, azar o meu. Desliguei o rádio e encostei a cabeça. Passou-se um longo tempo e acho que adormeci.
Quando finalmente a mãe regressou, o meu braço tinha-se acastanhado.

26 abril, 2006

Mais uma mania, diga-se antes um defeito.

Descobri mais uma mania minha, recentemente bastante dominante.

Eu interrompo as pessoas para dizer o que elas vão dizer 5 segundos depois.
Poderá dizer-se que estrago o momento, estragando todas as conversas que tenho.


Sim, eu não consigo manter conversas.


Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.
Idiot.


ao quadrado.
ao cubo.
vezes cem.
infinitos mil.

21 abril, 2006

Produção escrita - Um adaptado

Desde o aparecimento da televisão, muito mudou. As pessoas estão possessas pelos programas, não conseguem deixar de ver a novela da noite que gira à volta dos mesmos assuntos raramente importantes. Existem variados canais, infinitos programas que chegam a ser repetidos vezes sem conta. A meu ver, as notícias são mais importantes, ao manterem todos informados a nível nacional e internacional. Infelizmente, hoje em dia as pessoas valorizam muito mais programas fúteis do que programas realmente interessantes e com muita mais relevância.
A televisão tem um grande poder sobre nós, através das mais variadas maneiras.
O canal das televendas atrai uns com meros produtos dispensáveis, sempre com "descontos" e "oportunidades".
Qualquer canal transmite publicidade, usualmente enganosa, que nos faz acreditar em calúnias e que se entranha nas nossas vulneráveis mentes. A televisão tem vindo a desempenhar um papel muito mais destinado ao puro prazer e divertimento, em vez de ser apenas um meio informativo.
Se formos a ver, raramente existe alguém sem uma televisão em casa, o mais provável é haver uma na sala, uma no quarto, outra no escritório e até na cozinha. Inacreditavelmente há bastantes famílias que não dispensam a televisão durante as refeições, altura de suposto convívio.
Actualmente, a televisão tem bons e maus impactos, mas o uso excessivo é da responsabilidade da população, que deve saber distinguir o que é ou não necessário de assistir.


10 abril, 2006

Olha, encontrei a tua carteira no chão

Ando a sonhar misteriosamente com as mesmas pessoas em vários sonhos. São aquelas más, aquelas com as quais nada tenho a ver...mas uma das quais fez mal à minha irmã. Se eu não fosse tão cobarde dizia-lhe umas quantas na cara. Ando a sonhar que elas passam por situações humilhantes, talvez algo que eu queira que aconteça na realidade.
No primeiro sonho estava com a Ana num concerto qualquer, onde aparecia o Jerry Cantrell. A música não conseguia detectar, pelo menos quando acordei não me lembrava de como era. Estavam elas idiotas a passar por detrás do palco e a certo momento, a música parou e as pessoas calaram-se todas. A mais nova tinha deitado umas gigantescas colunas abaixo, estranhamente tinha ficado com o pé preso. Ficaram vermelhas e mandaram-nas para fora da sala. A Ana, a Raquel e eu também iamos sair, porquê não sei, mas os guardas disseram "venham cá para a frente". E ficámos ali a apreciar o concerto, todas a dançar de maneira impensável.
No segundo sonho que me lembro, estava eu a vasculhar uma carteira, idêntica à da minha irmã. De repente apareceu a mais nova a olhar com uma cara esquisita. Eu disse, inocentemente "olha, encontrei a tua carteira no chão".



Devia ter ido a casa dela e ter-lhe pegado fogo, como o Donnie Darko?
Não, a coitada da mãe não merece uma coisa dessas.


07 abril, 2006

A culpa é "dele"



Estou-me a ver aflita para aguentar estas duas semanas de férias.
Dizem ser férias da Páscoa, esse raio de comemoração que não tem dia fixo e celebra duas coisas diferentes: os judeus a sua saída do Egipto e os cristãos a ressurreição de um suposto deus.

Diverti-me nos primeiros dias e agora não há nada que me ajude a ocupar estes monótonos tempos. O fotolog acho que está prestes a acabar, pelo menos já começa a cair, lentamente. Não sei se o manterei de pé por muito mais tempo.

Os trabalhos de escola lá vão indo, falta-me o grandioso elaboradíssimo sobre as vivências dum parente, cuja idade não deveria ser inferior a 75 anos, durante o início da década de 40.

Os ensaios do piano parecem já não ser necessários, sei as minhas peças da audição de dia 22 de Abril de cor e salteado.

Saídas, pfff, o que é isso?

Não tenho muita gente para me encontrar e a vontade também não é muito grande.

As aulas de música também foram suspensas.

Acho que as minhas férias estão destinadas a secarem de dia para dia.






Tudo por causa do idiota do deus.