Talvez isto no fundo seja uma palhaçada do tamanho de um balde e o que eu direi daqui para a frente serão meras palavras soltas, descabidas, sem nexo.
Disseram-me uma vez que escrevia muito bem.
Depois disseram que bem.
Depois que muito bem.
Depois ainda não chegou.
Espero.
Por elogios?
Ninguém é capaz de crescer só disso, ainda mais quem sabe se nos enganam?
É fácil distinguir amigos verdadeiros de outros que não o são, digamos que serão conhecidos.
É ainda mais fácil reconhever quem nos elogia de pura vontade, por sentir que nos quer fazer bem ao nos a conhecer que aprecia algo em nós.
Dá logo para ver uma cara com um sorriso forçado que diz algo breve.
Eu recebi tanto elogios como críticas, em relação à escrita penso que maioritariamente positivos.
Mas não será isso apenas pelo facto de bastantes outros escritores darem erros e serem banais por relatarem sempre a fantástica tarde que tiveram com este amor e aquele?
Que me fez perder o sentido da coisa?
Perdi a mão das minhas próprias palavras.
Chorei quando li atrocidades que escrevi há uns meses.
Talvez inconscientemente tenha pensado que seria melhor parar em vez de descarrilar de vez.
Parece que a vida é complexa.
Os sentimentos por vezes explodem e sinto uma eufórica vontade de descrever os turbilhões psicadélicos que me afrontam.
De repente sinto-me recomposta e lá reaparece o vazio.
Parece-me que de tanto lutarem as minhas palavras se enfiaram debaixo da cama para descansar.
Disseram-me uma vez que escrevia muito bem.
Depois disseram que bem.
Depois que muito bem.
Depois ainda não chegou.
Espero.
Por elogios?
Ninguém é capaz de crescer só disso, ainda mais quem sabe se nos enganam?
É fácil distinguir amigos verdadeiros de outros que não o são, digamos que serão conhecidos.
É ainda mais fácil reconhever quem nos elogia de pura vontade, por sentir que nos quer fazer bem ao nos a conhecer que aprecia algo em nós.
Dá logo para ver uma cara com um sorriso forçado que diz algo breve.
Eu recebi tanto elogios como críticas, em relação à escrita penso que maioritariamente positivos.
Mas não será isso apenas pelo facto de bastantes outros escritores darem erros e serem banais por relatarem sempre a fantástica tarde que tiveram com este amor e aquele?
Que me fez perder o sentido da coisa?
Perdi a mão das minhas próprias palavras.
Chorei quando li atrocidades que escrevi há uns meses.
Talvez inconscientemente tenha pensado que seria melhor parar em vez de descarrilar de vez.
Parece que a vida é complexa.
Os sentimentos por vezes explodem e sinto uma eufórica vontade de descrever os turbilhões psicadélicos que me afrontam.
De repente sinto-me recomposta e lá reaparece o vazio.
Parece-me que de tanto lutarem as minhas palavras se enfiaram debaixo da cama para descansar.