25 junho, 2007
24 junho, 2007
Número Um e Meio e mais um pouco - Participei no concurso há 3 mil anos e cheguei a ganhá-lo e tudo
http://monologos-introspectivos.blogspot.com/2006/05/vou-participar-no-concurso-literrio-no.html
"Como as pessoas mudam"
Se eu fosse um mês: fevereiro
Se eu fosse um dia da semana: sexta-feira
Se eu fosse uma hora do dia: 1h11 (muitas vezes olhei para o relógio digital do vídeo e misteriosamente era essa a hora)
Se uma direcção: para baixo
Se eu fosse um móvel: poltrona
Se eu fosse um líquido: chá
Se eu fosse um pecado: gula
Se eu fosse uma pedra: o meu coração HAH!
Se eu fosse uma árvore:
Se eu fosse uma fruta: banana
Se eu fosse uma flor: amor-perfeito
Se eu fosse um clima: clima frio de altitude
Se eu fosse um instrumento musical: piano
Se eu fosse um elemento: vento
Se eu fosse uma cor: cinzento
Se eu fosse um bicho: formiga
Se eu fosse um som: novamente água, mas desta ver a correr que nem uma cascata
Se eu fosse uma música: summer 78
Se eu fosse um estilo musical: clássica
Se eu fosse um sentimento: angústia
Se eu fosse um livro: um ein haar
Se eu fosse uma comida: croissant
Se eu fosse um lugar: o meu refúgio debaixo da secretária
Se eu fosse um sabor: amargo
Se eu fosse um cheiro: chá preto
Se eu fosse um verbo: reflectir
Se eu fosse um objecto: livro
Se eu fosse uma parte do corpo: a parte direita do meu cérebro, (denotando que é o controlo do lado esquerdo e das actividades artísticas)
Se eu fosse uma expressão facial: olhos esbugalhados
Se eu fosse uma personagem de desenho animado: baby stewie
Se eu fosse um filme: yellow submarine
Se eu fosse um número: 22
Se eu fosse uma estação: inverno
"Como as pessoas mudam"
Se eu fosse um mês: fevereiro
Se eu fosse um dia da semana: sexta-feira
Se eu fosse uma hora do dia: 1h11 (muitas vezes olhei para o relógio digital do vídeo e misteriosamente era essa a hora)
Se uma direcção: para baixo
Se eu fosse um móvel: poltrona
Se eu fosse um líquido: chá
Se eu fosse um pecado: gula
Se eu fosse uma pedra: o meu coração HAH!
Se eu fosse uma árvore:
Se eu fosse uma fruta: banana
Se eu fosse uma flor: amor-perfeito
Se eu fosse um clima: clima frio de altitude
Se eu fosse um instrumento musical: piano
Se eu fosse um elemento: vento
Se eu fosse uma cor: cinzento
Se eu fosse um bicho: formiga
Se eu fosse um som: novamente água, mas desta ver a correr que nem uma cascata
Se eu fosse uma música: summer 78
Se eu fosse um estilo musical: clássica
Se eu fosse um sentimento: angústia
Se eu fosse um livro: um ein haar
Se eu fosse uma comida: croissant
Se eu fosse um lugar: o meu refúgio debaixo da secretária
Se eu fosse um sabor: amargo
Se eu fosse um cheiro: chá preto
Se eu fosse um verbo: reflectir
Se eu fosse um objecto: livro
Se eu fosse uma parte do corpo: a parte direita do meu cérebro, (denotando que é o controlo do lado esquerdo e das actividades artísticas)
Se eu fosse uma expressão facial: olhos esbugalhados
Se eu fosse uma personagem de desenho animado: baby stewie
Se eu fosse um filme: yellow submarine
Se eu fosse um número: 22
Se eu fosse uma estação: inverno
Número Um e Meio - Mudança de nome
Descobri que me prefiro levar à loucura antes de chegar aos 30 com supostas necessidades de psiquiatras..
Os meus monólogos deixaram de ser conversas "não-recíprocas" e passaram à fulcral função de eu manter a minha sanidade mental deixando-me a par de tudo sobre o meu interior.
http://nonreciprocal.blogspot.com/ passa então oficialmente a ser http://monologos-introspectivos.blogspot.com/
Os meus monólogos deixaram de ser conversas "não-recíprocas" e passaram à fulcral função de eu manter a minha sanidade mental deixando-me a par de tudo sobre o meu interior.
http://nonreciprocal.blogspot.com/ passa então oficialmente a ser http://monologos-introspectivos.blogspot.com/
Número um - A boleia está para vir
São tudo meros estilhaços com um regresso temporário de um par de desafios literários.
Sou um estilhaço e antes não era.
Ele é um e ela é outro, sigo eu similar, na esperança de conseguir perceber como fazem os estilhaços o seu sentido de vida.
Agora que sou não sei porquê, quando esperava sê-lo era tudo a cores.
Agora sim, agora percebo o que queria saber antes.
Colocarme-ei em último lugar,
Treparei por insípidas ideias,
Voltarei a viver por segundos..
tudo do que fugi.
Não será sofrimento auto-impingido, mas sim o surgimento das regras que assinei no meu contrato.
Foi quando concordei sem pensar, quando me vi extasiada, em fracções de segundo, por sobrecargas que julgava saber avaliar..
Foi quando juízos foram superados e me vi infiltrada por desconhecimentos revoltantes.
Volto a viver e de repente encontro-me consciente no meio de um curto-circuito, onde os fusíveis se mascaram de dor e chamas.
E a minha chama..não a encontro.
Procurei tanto em sítios incertos sabendo inconscientemente que está onde a deixei.
Num canto, contrariamente sem pó..
Foram elas, as lembranças que julgava indesejar, que sem eu saber a deixaram intocada e segura.
Hoje partiram, partiram e ainda não descobri para onde.
Demoro-me tanto com reflexões auto-centradas que nem me lembrei como poderiam estar.
Danificadas?
Certamente melhores,
sem o constante palpitar inseguro do meu medo.
A chama já se vê sem uso,
deveria ter aproveitado a boleia..
Sou um estilhaço e antes não era.
Ele é um e ela é outro, sigo eu similar, na esperança de conseguir perceber como fazem os estilhaços o seu sentido de vida.
Agora que sou não sei porquê, quando esperava sê-lo era tudo a cores.
Agora sim, agora percebo o que queria saber antes.
Colocarme-ei em último lugar,
Treparei por insípidas ideias,
Voltarei a viver por segundos..
tudo do que fugi.
Não será sofrimento auto-impingido, mas sim o surgimento das regras que assinei no meu contrato.
Foi quando concordei sem pensar, quando me vi extasiada, em fracções de segundo, por sobrecargas que julgava saber avaliar..
Foi quando juízos foram superados e me vi infiltrada por desconhecimentos revoltantes.
Volto a viver e de repente encontro-me consciente no meio de um curto-circuito, onde os fusíveis se mascaram de dor e chamas.
E a minha chama..não a encontro.
Procurei tanto em sítios incertos sabendo inconscientemente que está onde a deixei.
Num canto, contrariamente sem pó..
Foram elas, as lembranças que julgava indesejar, que sem eu saber a deixaram intocada e segura.
Hoje partiram, partiram e ainda não descobri para onde.
Demoro-me tanto com reflexões auto-centradas que nem me lembrei como poderiam estar.
Danificadas?
Certamente melhores,
sem o constante palpitar inseguro do meu medo.
A chama já se vê sem uso,
deveria ter aproveitado a boleia..
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