São tudo meros estilhaços com um regresso temporário de um par de desafios literários.
Sou um estilhaço e antes não era.
Ele é um e ela é outro, sigo eu similar, na esperança de conseguir perceber como fazem os estilhaços o seu sentido de vida.
Agora que sou não sei porquê, quando esperava sê-lo era tudo a cores.
Agora sim, agora percebo o que queria saber antes.
Colocarme-ei em último lugar,
Treparei por insípidas ideias,
Voltarei a viver por segundos..
tudo do que fugi.
Não será sofrimento auto-impingido, mas sim o surgimento das regras que assinei no meu contrato.
Foi quando concordei sem pensar, quando me vi extasiada, em fracções de segundo, por sobrecargas que julgava saber avaliar..
Foi quando juízos foram superados e me vi infiltrada por desconhecimentos revoltantes.
Volto a viver e de repente encontro-me consciente no meio de um curto-circuito, onde os fusíveis se mascaram de dor e chamas.
E a minha chama..não a encontro.
Procurei tanto em sítios incertos sabendo inconscientemente que está onde a deixei.
Num canto, contrariamente sem pó..
Foram elas, as lembranças que julgava indesejar, que sem eu saber a deixaram intocada e segura.
Hoje partiram, partiram e ainda não descobri para onde.
Demoro-me tanto com reflexões auto-centradas que nem me lembrei como poderiam estar.
Danificadas?
Certamente melhores,
sem o constante palpitar inseguro do meu medo.
A chama já se vê sem uso,
deveria ter aproveitado a boleia..
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